quarta-feira, 29 de julho de 2009

Os escritos de Ellen White foram adulterados para advogar a doutrina da Trindade?

Na tradução dos escritos de Ellen G. White ao português, o termo “Godhead” (Divindade) acabou sendo vertido algumas vezes como “Trindade” (O Desejado de Todas as Nações, pág. 671; Testemunhos Para Ministros, pág. 392;Evangelismo, pág. 617; Cristo Triunfante, 25 de julho, pág. 213; ibidem, 21 de outubro, pág. 301). Também a expressão “the heavenly trio” (o trio celestial) foi traduzida como “a trindade celeste” (Evangelismo, pág. 615). Em espanhol, essas expressões foram vertidas literalmente como “Divindade” e “o trio celestial”. Mas o conceito de uma Divindade composta por três Pessoas distintas (Pai, Filho e Espírito Santo) é claramente expresso nos escritos de Ellen White, e não depende de qualquer tradução interpretativa. Em outras palavras, mesmo que se mantenha uma tradução literal dos termos, o conceito permanece inalterado.

Já a alegação de que a liderança da Igreja Adventista tenha inserido nesses escritos o conceito da Trindade é uma falsa acusação, não endossada por uma análise honesta dos textos originais de Ellen White (ver “Original Sources for Ellen White’s Statements on the Godhead Printed in Evangelism, págs. 613-617” [Silver Spring, MD: Ellen G. White Estate, 2003). Os defensores dessa teoria normalmente comparam escritos paralelos de Ellen White para depois alegar que, se alguns conceitos foram por ela expandidos ou enunciados de forma diferente, tais modificações não foram feitas pela própria autora, e sim por outras pessoas mal intencionadas. Se os profetas não podem expandir e clarificar conceitos previamente enunciados, como explicar então as diferentes perspectivas de determinados eventos descritos nos evangelhos sinóticos de Mateus, Marcos e Lucas?

Os antitrinitarianos não se intimidam em afirmar que a expressão “batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” (Mat. 28:18) é uma declaração herética que não se encontra no texto original de Mateus, embora não existam quaisquer variantes textuais nos manuscritos gregos mais antigos que comprovem essa alegação. Uma pesquisa no CD-ROM em inglês The CompletePublished Ellen G. White Writings (versão 3.0) revela que essa expressão aparece cerca de 166 vezes nos escritos publicados de Ellen White, algumas das quais são republicações. Se essa expressão fosse herética e espúria, como querem alguns, por que então a Sra. White a usou já em 1854 em seu livro Supplement tothe Christian Experience and Views of Ellen G. White (pág. 19)? Por que Deus não lhe esclareceu essa questão?

Se analisarmos cuidadosamente as 166 vezes em que aparece a expressão “batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” nos escritos publicados de Ellen White, bem como as demais declarações nas quais ela se refere às três Pessoas da Divindade, perceberemos que muitas delas foram publicadas ao longo de sua existência, e ela jamais reclamou de qualquer suposta adulteração dos seus escritos por terceiros! Cuidadosa como sempre foi com a integridade de seus escritos, ela jamais teria deixado de detectar essas supostas alterações e jamais as teria tolerado. Por que teria Deus “iluminado” algumas pessoas apenas a partir da década de 1990 a respeito disso? Lamentavelmente, porém, tais pessoas consideram as citações de Eusébio da Cesaréia (ca. 260-ca. 340 d.C.) sobre o batismo apenas em nome de Jesus como bem mais confiáveis do que as declarações de Ellen White a respeito do batismo “em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.

A maioria dos antitrinitarianos adventistas alega crer no Espírito de Profecia. Mas a obra deles acaba gerando descrença nos escritos de Ellen White, pois estes são tidos como não sendo mais confiáveis por terem sido “adulterados” pela liderança da igreja. Sem sombra de dúvidas, esta é uma das mais sutis estratégias satânicas para tornar sem efeito o Espírito de Profecia. A própria Sra. White advertiu que “o último engano de Satanás será exatamente anular o testemunho do Espírito de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 78), pois”não havendo profecia, o povo se corrompe” (Prov. 29:18). Não estariam as alegações de adulteração dos escritos de Ellen G. White cumprindo a predição contida nesta advertência?

Por mais lógica e atrativa que possa parecer, a teoria da adulteração dos textos originais da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White só é aceitável àqueles que não acreditam que Deus preservou a integridade conceitual desses textos em suas respectivas línguas originais. Embora existam interpolações ao texto bíblico original e problemas de tradução, Deus não permitiu que ensinos heréticos fossem acrescidos às Escrituras em suas línguas originais. De acordo com Ellen White, “se não quisermos construir nossas esperanças celestiais sobre um falso fundamento, precisamos aceitar a Bíblia como se lê e crer que o Senhor quer dizer o que diz” (Testimonies for the Church, vol. 5, pág. 171). E o mesmo princípio é aplicável também aos escritos que constituem a manifestação moderna do Espírito de Profecia para a Igreja remanescente do tempo do fim.

Alberto R. Timm
(publicado na revista do Ancião em jul – set 2003)
www.centrowhite.org.br


Um ministério de Música


Paulo escreveu sua primeira carta aos Coríntios buscando ajudar uma igreja dividida. Se você lê-la com atenção vai ver que procura esclarecer algumas questões que causavam polêmica na igreja. Uma delas era o dom de línguas. Uma confusão sem sentido, que agradava a um grupo de membros. Eles defendiam suas atitudes como saudáveis e necessárias para edificar a igreja.

Diante da situação Paulo faz uma profunda apresentação mostrando que não importa o quanto alguma coisa pareça fazer bem para a igreja, é preciso que seja compreensível e verdadeiramente edificante.

No meio de suas orientações ele dá um conselho precioso, que vai além do dom de línguas e envolve a música. Aliás, uma pergunta seguida por duas soluções ou orientações.

Em I Coríntios 14:15 ele diz: “Que farei então? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento”.

Esta é uma forma de encarar a música diferente do convencional. Para Paulo a música precisa ter sentimento, criação, emoção – o espírito; mas também ser vista e analisada pelo ângulo da razão - entendimento.

Diante de seu envolvimento com a música Adventista, é importante parar para fazer uma análise da música Adventista. Você já parou para pensar como tem sido sua relação com a nossa música?
A razão nos leva a encarar algumas realidades que precisam ser desenvolvidas.:

1. A música adventista precisa se tornar um resultado de mais oração, missão e integração e de menos discussão.
É comum em encontros, apresentações musicais, comissões, ou mesmo em conversas sobre música acontecerem sérias discussões entre defensores de estilos diferentes de música. São os chamados conservadores e liberais em ação.

Em muitos casos ainda não aprendemos que discussão e confronto nunca vão resolver a questão, por mais razão que alguém tenha.

Precisamos ter sempre em mente que somos uma igreja e temos um Deus. Nossas atitudes precisam refletir essa realidade. Há uma direção maior, justa e sobrenatural. Se alguma música ou músico não são como acreditamos que deveriam ser, precisamos demonstrar que temos o amor de Deus em nossa vida e ele se manifesta no trato com as pessoas. Vamos conversar sempre como irmãos, pessoas que se amam e se respeitam. Essa é a verdadeira atitude cristã.

Se a mudança que esperamos não acontece, é tempo de orar. O que a discussão não faz a oração é capaz de fazer. Se orássemos mais como líderes, músicos e membros, pela música e pelos músicos, veríamos muito mais milagres, harmonia e poder nesta área.

2. É preciso ter mais cuidado ao tratar, tocar e usar um instrumento tão poderoso como a música.
Ellen White é muito clara quando apresenta esse poder. No livro Educação, pág. 166 e 167 ela descreve uma lista do que a música é capaz:

• Fixar palavras na memória;
• Subjugar as naturezas rudes e incultas;
• Suscitar pensamentos;
• Despertar simpatia;
• Promover a harmonia de ação;
• Excluir a tristeza e os maus pensamentos;
• Impressionar o coração com as verdades espirituais;
• Diminuir o poder da tentação.

Esta lista pode, inclusive, ser ampliada por descobertas mais recentes sobre o poder da música. Ela também é capaz de:

• Provocar Lembranças;
• Levar a decisão;
• Expulsar Satanás;
• Ajudar na recuperação da saúde;
• Desenvolver ou retardar a inteligência;
• Influenciar no apetite.

Deus capacitou cada músico a entrar neste universo de poder. É preciso, entretanto, ter cuidado e habilidade. O grande desafio é:

• Não produzir apenas aquilo que os sentimentos e a criatividade mandam;
• Não produzir apenas aquilo que é a tendência do momento;
• Não produzir apenas aquilo que é ditado pelo gosto pessoal;
• Não produzir apenas aquilo que vende;
• Não produzir apenas aquilo que entretém;
• Usar o poder da música para transmitir mensagens espirituais consistentes;
• Usar o poder da música para engrandecer a Deus;
• Usar o poder da música para tocar corações.
Enfim, use o poder da música para salvar.

3. É preciso fortalecer a visão de um ministério de música Adventista.
Essa visão passa por alguns pontos:

a. Maior unidade entre músicos e pastores
Todos são ministros, apesar dos formatos de ministério serem diferentes. Os dois têm o mesmo objetivo – a salvação.

É muito triste ouvir gente falando por ai: “Pastores não podem falar de música porque esta não é a área deles”. Ou mesmo: “Os músicos são um risco ou um problema constante com suas produções”.

Esta separação não apenas enfraquece os dois, como limita extremamente o cumprimento da missão da igreja.

Aqueles que falam dos Pastores precisam melhorar sua visão. Realmente a maioria deles não são músicos e não entendem tecnicamente de música, apesar de haver um bom grupo deles que também tem preparo na área.

Por outro lado, eles entendem de Bíblia e devem ser porta-vozes da vontade de Deus.

Não podemos esquecer que Moisés não foi médico nem advogado, mesmo dentro da realidade de sua época, mas escreveu a base das leis civis e sanitárias de uma nação. Ellen White não era educadora, mas escreveu sólidas e respeitadas orientações nesta área e em várias outras.

As orientações de Deus estão acima da formação técnica. Afinal, Ele é o criador de todas as coisas.
Este preconceito deveria desaparecer pelo bem do ministério da música. Já aqueles que falam dos músicos, também precisam melhorar sua visão. Os músicos não são um risco, muito menos um problema, mas são colaboradores do ministério. Afinal, receberam um dom extremamente útil, fundamental e importante e que foi dado diretamente pelo Espírito Santo.

É aos músicos que a igreja recorre, sempre que precisa de músicas para seus eventos, CDs, hinários, etc.

São os músicos que, pelo poder de Deus, tem composto hinos que vem gravando mensagens espirituais e tocando corações por anos e por gerações.
Precisamos fortalecer a unidade entre os ministérios da igreja, especialmente o da Música e o pastoral. Os dois têm uma grande influência, um grande poder e uma grande missão.

b. Fortalecimento do uso da música no louvor congregacional
Precisamos dar à música um lugar especial em nossos cultos de adoração. Ela não pode ser usada para preencher espaços vazios, ou ocupar a congregação enquanto não começa algum programa.

Precisamos mudar o conceito de música mecânica ou automática, usada simplesmente para o cumprimento de um processo litúrgico.

É preciso conduzir qualquer momento de louvor envolvendo o adorador e fazendo com que ele seja profundamente influenciado pelas palavras e acordes daquilo que está sendo cantado, tocado ou apresentado.
Isso é utilizar a música como um ministério de adoração.

c. Uso da musica para o cumprimento da missão da igreja.
A música é uma das mais poderosas ferramentas para tocar corações. Ela precisa ser usada para alcançar aqueles que ainda não se entregaram.

Para isso não basta cantar ou tocar. É preciso ir mais além, colocar o coração em cada apresentação, não perder a chance de apelar a qualquer público ouvinte e desenvolver projetos para conquistar novas pessoas para Jesus. A música precisa se tornar, também, um ministério de evangelização.

d. Fortalecimento da vida espiritual de cada músico.
Ninguém dá aquilo que não tem. Se um músico quer compor o melhor acorde, escolher o melhor repertório, desenvolver os melhores conceitos, ter uma vida pessoal pura, que autentique sua música e, como resultado, tocar corações, é preciso se alimentar das coisas de Deus. Gastar tempo com a Bíblia e a oração. Não ter tempo para Deus é viver perdendo tempo.

Quem produz música para Deus, mas não tem uma relação com Ele, pode produzir belas peças de arte, mas não toca corações. Não tem um ministério.

Mais sério ainda é o caso de um músico que bebe de fonte impura e quer oferecer água pura. Vive ligado no que é popular, mas quer oferecer o que é espiritual. É preciso beber em fonte pura para oferecer água pura.

e. Produção e uso de músicas que edificam e tocam o coração das pessoas.
Sem dúvida, existe música para todo o tipo de momento e lugar. Há músicas que podem ser úteis em uma situação acabam sendo impróprias em outra.

O músico Adventista, porém, precisa ter bem claro que não importando o lugar ou o momento temos um compromisso com um ministério de crescimento espiritual, conversão e salvação.

Não temos tempo a perder. Queremos chegar ao céu, e nada pode nos desviar dessa rota.

• Precisamos diminuir a visão comercial e aumentar a visão espiritual;
• Precisamos diminuir a visão de entretenimento e aumentar a visão de adoração;
• Precisamos diminuir o conceito de show e aumentar o conceito de culto;
• Precisamos diminuir a visão de um artista e aumentar a visão de um ministro;
• Precisamos diminuir até mesmo aquilo que agrada e aumentar aquilo que edifica.

Música é arte, mas como músicos cristãos, precisamos reafirmar a idéia de que a arte está a serviço da mensagem. A música Adventista é um veículo de comunicação da mensagem da Bíblia para esse tempo. Isso é ministério de música Adventista.

UM CHAMADO DE DEUS
Deus está chamando você para um Ministério de Música. Este chamado é para:
• Os músicos profissionais Adventistas;
• Os compositores;
• Os produtores musicais;
• Os cantores e instrumentistas;
• Os maestros e líderes de grupos musicais;
• Aqueles que não são músicos, mas dirigem o departamento de música das igrejas.

Este convite vem dos dias de Davi. Depois de fortalecer o reino e conquistar Jerusalém para ser sua capital, Ele decidiu trazer a Arca da aliança para a cidade. Preparou uma tenda especial, reuniu o povo e estabeleceu um local de adoração.

Em I Crônicas 15 ele convocou os levitas e organizou todo o funcionamento do sistema de adoração, definindo exatamente o que cada um deles deveria tocar. Ao fazer isso deixou clara a importância dos músicos dentro do ministério e da adoração.

Chegou o momento de buscar a Arca e colocá-la no lugar preparado. No capítulo 15, verso 27 a Bíblia apresenta aqueles que tiveram destaque neste ritual: Davi, os levitas, os músicos, e Quenaías, chefe dos músicos. Este momento foi tão importante que até as roupas daqueles que participaram está descrita.

No capítulo 16:4-6 a Bíblia apresenta Davi nomeando os levitas para estarem constantemente ministrando o louvor. Mais uma vez registra o nome e a função de cada um.

No momento da chegada da arca, Davi encarregou, pela primeira vez, Asafe e sua família da coordenação do louvor. A partir daí, eles foram destacados para cumprirem este ministério regularmente.

Leia este relato na Bíblia. Quando são apresentadas as equipes de trabalho do templo, a primeira é a dos ministros da música. Fica clara a importância do ministério da música dentro do templo, de forma organizada, definida e bem planejada.

A história da Bíblia mostra que os músicos têm um papel fundamental no ministério de adoração a Deus. A atuação dos músicos e a adoração deveriam estar diretamente ligadas à intercessão.

O que ocorria durante aqueles momentos não era um show nem um momento de entretenimento musical. As pessoas chamadas por Deus exerciam literalmente um ministério. Elas tinham plena consciência da importância do papel que exerciam e o quanto à eficiência da adoração dependia do correto desempenho das suas funções.
O ministério da música, que atua diretamente na presença de Deus, que abre as portas do céu e traz o seu ambiente até a terra, tem um lugar especial nos planos de Deus. Precisamos de menos músicas que falem de Deus e de mais músicas que tragam a presença de Deus e sejam Sua voz. Elas podem ser para jovens ou para a igreja, para quartetos, solos, corais, bandas ou orquestras. Enfim, em qualquer grupo ou situação a prioridade precisa ser trazer o céu mais perto da terra.

Hoje precisamos resgatar mais desta visão de ministério. Precisamos focar mais na música que toca corações. Precisamos ir além da busca por um padrão de música. Nossa prioridade deve ser a visão e a estruturação de um ministério de música Adventista.

Há muitos músicos já focados nisso, ou dando uma boa colaboração para este ministério. A igreja tem uma grande gratidão a eles pelo trabalho que tem feito.E quanto mais nos afinarmos com a vontade de Deus, maiores serão as portas que vão se abrir diante de nós.

Para todos aqueles que já entenderam ou ainda precisam entender o seu papel como ministros, o primeiro salmo, de Davi, apresentado no novo lugar de adoração, faz dois desafios.

O primeiro está em I Crônicas 16:9 (NVI): “Cantem para Ele”. Este desafio não é apenas para os cantores, mas para todos os envolvidos com a música da igreja. Nossa música precisa ser produzida para Deus, e para a Sua glória.

Queridos músicos:

• Permitam que Ele seja o centro de tudo o que vão fazer;
• Desenvolvam um ministério de adoração e salvação;
• Exaltem sempre a Deus, a imagem de Deus e o nome de Deus.
O segundo desafio, uma extensão do primeiro, está em I Crônicas 16:23 (NVI), quando Davi repete: “Cantem ao Senhor”, mas continua dizendo: “proclamem a Sua salvação dia após dia”.

• Usem a arte a serviço da mensagem, e nunca permitam que a arte seja mais forte ou atrativa que a mensagem;
• Usem a linguagem da música, que é tão forte, em sintonia e apoio à mensagem que ela precisa transmitir;
• Toquem, cantem ou produzam aquilo que vai conquistar corações para Jesus;
• Usem a música para cumprir a missão da igreja, e conquistar pessoas para Jesus.

Deus chamou cada músico para ser o Seu porta-voz; Para ocupar um lugar importantíssimo em sua causa; Para utilizar uma de Suas ferramentas mais poderosas; Para ajudar a abreviar a volta de Cristo.

Há um desafio para você que está envolvido com a música Adventista: Transforme seu talento em um chamado, e transforme seu chamado em um ministério. Cante, toque, reja, ensine, produza, sempre para Ele, para proclamar a Sua salvação. Isso é ministério.

Você, músico cristão, que já tem um compromisso com Deus, gostaria de confirmar seu propósito de utilizar a música como um ministério?

Você que ainda não tem desenvolvido essa missão gostaria de aceitar o desafio de dar um novo rumo ao seu envolvimento musical, construindo um ministério de salvação?

Precisamos tornar reais as palavras que tantas vezes cantamos juntos (HA No. 10):
“Louvemos o Rei, Glorioso Senhor. Oh vamos cantar o Seu infindo amor”.
“Falemos de Deus, da graça sem par...”.
“Cantemos do seu cuidado por nós...”.
Deus está esperando o seu compromisso para que possa transformar seu talento em um poderoso Ministério.

Erton Kohler, Presidente da
Divisão Sul-Americana da IASD, Brasília, DF

Fonte: Forum de música

quarta-feira, 3 de junho de 2009

PALESTRAS NOS MESES DE JUNHO E JULHO


PROFECIAS QUE ABALARÃO A IGREJA E O MUNDO

Palestras nas igrejas adventistas de:

Dias 06 à 21 de Junho

* Igreja Adventista de Juca Rosa - Cidade de Eunápolis-BA

* Igreja Adventista de Gusmão - Cidade de Eunápolis-BA

Dias 03 à 05 de Julho

* Igreja Adventista de Vila Prudente - São Paulo, Capital

Dias 17 à 19 de Julho

* Igreja Adventista da Penha - São Paulo, Capital

Dias 24 à 26 de Julho

* Igreja adventista de Tiradentes - São Paulo, Capital

TEMAS DAS PALESTRAS

* Lei dominical na bíblia

* Sacudidura no mundo e na igreja

* Chuva Temporã e chuva Serôdia

* Verdadeira e Falso reavivamento

* A vinda do falso Cristo

* Como se desencadeará a perseguição final

* Globalização e os Últimos eventos

* Graça, Justificação e Santificação

* Música e a sua influência na vida do Cristão do Século XXI

NÃO PERCA. LEVE SUA FAMÍLIA E TODOS OS QUE ESTÃO ESTUDANDO A BÍBLIA.

Palestrante: Gilberto Theiss


quinta-feira, 28 de maio de 2009

"A mentira só engana os que querem ser enganados......":

Tenho recebido dezenas de e-mails de pessoas solicitando uma resposta ao artigo do Sr. André Reis onde ele tenta provar que Ellen White não era contra o uso de tambores na adoração. Este artigo pode ser encontrado no http://www.adventismorelevante.com/
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Por enquanto preferi ficar na retaguarda devido ao questionamento do Sr. André ser mais explicitamente contra o artigo do Pastor Otimar da divisão sul America que saiu na revista dos anciãos deste trimestre.
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Também tenho a informação, que um doutor em teologia formado na Andrews estará analisando e responderá em breve ao devido artigo, porém com uma exegese mais fiel. Mas devido a tanta inquietação por muitos, me senti no dever de responder algo não ao Sr. André, mas aos internautas que tem me questionado.
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Quero dizer com pura sinceridade, que chegou o tempo onde cada um será provado por si só. Acabou o tempo onde nós ficávamos sentadinhos em casa assistindo televisão ou se divertindo com coisas não muito importantes, enquanto outros ficavam nas bibliotecas estudando por nós. Nunca foi propósito de Deus que nós baseássemos nossas crenças no que os outros pensam ou aparentemente provam.
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O diabo aparentemente provou que Deus estava errado. E provou de tal forma que conseguiu tornar suspeito o caráter de Deus perante o universo, suspeita que só terminou 4 mil anos depois, na cruz. Portanto tomemos cuidado.
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A Bíblia é um livro simples e claro para os que crêem integralmente no que está escrito. A Bíblia é a palavra autêntica de Deus sem nada a tirar e sem nada a acrescentar e a teologia é a palavra dos homens, isso sim tem muito a ser tirado e muito a ser acrescentado.
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Cada dia mais fica provado que todos nós individualmente devemos estudar a Bíblia por nós mesmos. Devemos buscar sabedoria e o poder do Espírito Santo por nós mesmos. Devemos separar tempo e estudar com humildade e temor por nós mesmos. Chega de ficar bebendo da fonte dos outros, chega de ficar cavando o terreno do vizinho. Agora é o momento de começar a beber da fonte dada a nós individualmente, chegou o momento de começar a cavar as terras do nosso próprio quintal.
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O que estou querendo dizer é que devemos estudar estudar e estudar porque se o Gilberto Theiss estiver errado, é possível que todos os que o seguirem estejam errados e se percam junto com ele. Porém temos que ter em mente que quando estamos estudando sobre a ciência, nós nos debruçamos sobre ela. Já na Bíblia nós não nos debruçamos sobre ela, é ela que deve se debruçar sobre nós. Não podemos nos esquecer que todos nós temos QI de amebas. Nossa sabedoria é trapo de imundície e este é um argumento vitalício que prova nossa total dependência do Espírito de Deus para interpretar as coisas, não apenas com os olhos da sabedoria, mas principalmente com os olhos da fé, da humildade, do temor e do Espírito.
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Como no exemplo do profeta Jeremias, sempre existirão os Falsos profetas como Ananias. Para cada verdade que proclamarmos o diabo terá duas mentiras, aliás, a mentira sem um pouco de verdade não engana ninguém, pois a mentira é como uma trepadeira, que precisa da verdade para se apoiar. Enquanto Jesus não voltar, sempre, sempre e sempre se levantarão aqueles que tentarão dizer que o santo é profano e que o profano é santo. E por falar nisso, a mensageira do Senhor para o tempo do fim, deixou bem claro isso, de que a linha que separará a verdade da mentira será quase que imperceptível aos olhos. Se isso será fato, porque então ficamos brincando que sabemos tudo e de tudo? Chegou o tempo de rasgarmos as vestes, proclamarmos um jejum, de nos humilhar e dizer para Deus ensina-nos porque não sabemos absolutamente nada.
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A humanidade, a ciência, a filosofia, a sociologia e principalmente a religião, tem sido afetados pelo vírus da relatividade. Hoje em dia com o humanismo, a imanência e o relativismo em alta, até os professos cristãos tem sido infectado por esta praga. A relatividade se baseia na alternância, numa verdade que não existe ou em uma verdade relativa, ou seja, cada um tem e constrói a sua própria verdade. Prática homossexual é errado? Isso é relativo. Viver com duas mulheres é errado? É relativo. Jesus é Deus? É relativo. Roubar é errado? É relativo. O sábado é o verdadeiro dia do Senhor? É relativo. Ter bateria na igreja é errado? É relativo. Tudo hoje é relativo. O sim é não e o não é sim. Não existem coisas profanas e nem coisas santas. Não existe alimento errado, não existe música errada, não existe ato conjugal errado, etc, etc, etc, etc,.!!!!!!
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Hoje em dia não é Deus quem dita mais as regras. Deus gosta do que eu gosto. Se eu gosto de pagode, Deus gosta também. Se eu gosto de rock, Deus gosta também. Se eu gosto de dançar, Deus gosta também. Se eu gosto de música com bateria, Deus gosta também. Hoje em dia existe até religião que presta o culto a Deus oferecendo-lhe orgia sexual!!!! Por quê? Porque se eu gosto de sexo, então Deus gosta também.
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Interessante que Ellen White escreveu que se o profeta Daniel vivesse em nossos dias em nosso meio, ele seria considerado fanático. Por quê? É simples. Tente viver uma vida piedosa diante de Deus e dos homens e sentirá na pele o que significa ser chamado de fanático, exagerado, quadrado, anti-social, esquisito e tradicionalista.
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Um dia um internauta me disse que estamos agindo fora do equilíbrio. Mas esta afirmação exige uma pergunta séria: Quem é que vai definir o equilíbrio, eu, você ou a palavra de Deus? Pasmem se quiserem, mas todas as verdades da palavra de Deus já estão na moldura no equilíbrio, pois “nada deve ser acrescentado e nada deve ser tirado” (Eclesiastes 3:14).
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E quanto ao artigo do André Reis?
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A bíblia apresenta verdades claras a respeito da música e instrumentação. Na história de Davi conduzindo a arca, (II Sam. 6:5 e I Cron. 13:8, I Cron. 15:16) está explicito a exclusão dos tambores, mas no artigo do Sr. André isso não ocorre. Na história da adoração no templo sagrado os tambores ficaram de fora (II Cr 29:25,26), mas no artigo do Sr. André isso não ocorre. Na história da igreja primitiva não se houve mais falar nem de dança e nem de tambores, aliás, os discípulos da igreja primitiva tinham tanto medo de desvirtuar a música de adoração que nem sequer usaram instrumentos para correr tal risco. Mas no artigo do Sr. André, os tambores continuam sendo defendidos. Na história seqüencial da música na adoração continuou sendo uma réplica das músicas e instrumentação produzidas no templo (Esdras 3:10; Neemias 12:27), como sempre, com a exclusão dos tambores, mas no artigo do Sr. André isso não ocorre. No ocorrido em Indiana, Ellen White fala das coisas estranhas que ocorriam ali na música (Eventos Finais, p. 138; Mensagens escolhidas, vol 2 – 36). Falando de instrumentos estranhos, apenas citou os “tambores”. Mas no artigo do Sr. André isso não é estranho. Ainda na mesma história, Ellen White disse que isso se repetiria antes do término da porta da graça. Profetizou que haveria gritos com tambores, música e dança, em nosso meio e que tal exibicionismo não era produzido pelo Espírito de Deus mas por outro Espírito. Mas o Sr. André conseguiu ir um pouco além da revelação para dizer que o que ela disse na verdade não quis dizer!!!! Ou que ela apenas deixou de dizer o que queria dizer e que acabou não dizendo. Bom, se você não entendeu nada, nem eu!!!! Mas a pergunta que surge é: No que devemos crer, na Bíblia ou no artigo do Sr. André? A escolha no que acreditar é totalmente sua, individual. (As fontes, textos e provas bíblicas das minhas afirmações podem ser encontradas no menu ao lado na seção “Música”)
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Interessante notar também que no artigo do Sr. André não explica com textos explícitos o porquê que Ellen White se calou durante mais de uma década após a igreja ter banido tal instrumento, embora tenha sido usado apenas uma vez em nosso meio, repito, apenas uma vez no período de Ellen White. Ela poderia ter se levantado para se pronunciar contra uma atitude radical por parte da igreja, caso realmente a atitude fosse radical. Se o uso dos tambores na adoração a Deus fossem autorizados por Deus, com certeza Ellen White não apresentaria tal instrumento numa conotação que só causa dúvidas quanto a seu uso e com certeza a igreja continuaria a usá-lo. Mas o que vemos? Restrição total após Indiana, abandono absoluto a tal instrumento. foi usado apenas ali.
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Quanto à citação da palavra "música", no contexto percebe-se que a música ali foi estranha e que serviu apenas para propósitos ruins e se as considerações de Ellen White fosse apenas quanto ao mau uso dos instrumentos, com certeza ela teria sido específica e não teria citado apenas os tambores. Por exemplo: Se eu tenho em minha sacola umas 8 frutas estragadas, com certeza eu tiraria todas as 8 frutas e as jogaria fora, mas e se dentre as 8 frutas eu tivesse apenas uma estragada? Claro que eu iria contra apenas aquela fruta estragada.
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Foi exatamente o que ocorreu ali em Indiana. Ao invés de Ellen White citar todos os instrumentos por estarem sendo usados de maneira incoerente, ela simplesmente citou apenas um instrumento, TAMBORES. Isso revela que além da música mal produzida havia um instrumento em especial que também era um problema para a ocasião. Não tem sentido algum mencionar apenas um instrumento se o problema fosse com todos os instrumentos ali usados.
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O fato de mencionar apenas um denota claramente que o problema maior se concentrava nesse e não nos outros. Usar um emaranhado de argumentação humana para provar algo como sendo positivo quando na verdade fora citado apenas de forma negativa em Indiana, é o mesmo que dizer que a cor branca na verdade não é branca.
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Satanás está hoje preparando o mundo para uma unificação global, tanto política quanto religiosa. Está preparando o mundo para um falso reavivamento. Um falso reavivamento que irá criar uma falsa chuva serôdia, uma falsa chuva serôdia que criará um falso alto clamor, um falso alto clamor que fortalecerá um falso cristianismo, um falso cristianismo que fortalecerá falsos cristãos que por conseqüência final preparará todos para a vinda do falso cristo. Tenho plena convicção que a música está dentro deste plano diabólico. Não vejo outro meio mais eficaz para unificar as igrejas do que a música.
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Um dia um rapaz de uma igreja pentecostal na qual eu tinha amizade, disse-me que ia para São Paulo passar algumas semanas. Nessa conversa de vai e vem, ele me disse que não sabia que igreja ele iria freqüentar por lá, uma vez que em São Paulo não tinha a igreja que em Minas Gerais ele freqüentava. Então eu sugeri que ele visitasse a igreja adventista em São Paulo. Para minha surpresa ele respondeu: Na igreja adventista eu não vou, porque o culto de vocês não são como os nossos, com bateria, música alegre (ele quis dizer agitada) e o falar em línguas (ou seja, o êxtase). Como é percebível nesta história realíssima, a música quebra fronteiras, quebra conceitos e unifica igrejas e pessoas. Em suma, a música é uma âncora fortíssima que facilitará a unificação e a constituição da babilônia espiritual. Mãe e filhas unidas.
Poderíamos ainda dizer que o alvo de ataque de satanás sempre foi e sempre será os instrumentos de adoração ao verdadeiro Deus. O Sábado e a música, dois fortíssimos instrumentos que Deus criou para o adorar. Gostaria de apelar para que os internautas lessem os artigos que estão na seção “MÚSICA” e analisassem com cuidado e com temor as verdades expostas na palavra de Deus sejam elas objetivas ou subjetivas. E quanto ao Sr. André, atentem para todos os detalhes de seu artigo e o quanto ele aplica mal sua exegese ao usar textos que não estão inseridos ao mesmo contexto de Indiana.
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Se alguém estiver com o desejo de investigar melhor o artigo do Sr. André, gostaria que começassem a investigar as suas credenciais de mestrado e doutorado. Penso que ele não poderia jamais ser uma autoridade em música para a IASD uma vez que fez suas graduações em música em instituição secular que nem sequer tratem da música no contexto religioso e principalmente ao contexto do grande conflito entre Cristo e satanás. Beber água de fontes espúrias quando temos água limpa em Giliade não nos dá nenhum tipo de moral para falar deste assunto.
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Termino deixando abaixo alguns textos a mais do Espírito de Profecia para que você leitor leia com muita atenção e reflita profundamente com oração e jejum pedindo a Deus que lhe ajude a enxergar a linha que separa o erro da mentira.
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Veja essas declarações amais de Ellen White sobre a música:
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"Movimentos corporais são de pouco proveito. Tudo o que está ligado, de alguma forma, com o serviço religioso deve ser digno, solene e impressivo....Pode-se dizer o mesmo do canto. (Manuscrito 5, 1874)
"Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros - dominado e melodioso." ( EV., pág. 510)
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"Vi que todos devem cantar com o espírito e com o entendimento também. Deus não se agrada de algaravia e desarmonia (dissonância)." (Testimonies, Vol. 1, pág. 146 TS. Vol. 1, pág. 45)
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"A arte da melodia sagrada era diligentemente cultivada [na Escola dos Profetas]. Não se ouviam valsas frívolas ou canções petulantes que elogiassem o homem e desviassem de Deus a atenção; ouviam-se, porém, sagrados e solenes salmos de louvor ao Criador, que engrandeciam Seu nome e relatavam Suas obras maravilhosas." (FEC.pág. 97)
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"Adejam anjos em torno de uma habitação além. Jovens estão ali reunidos; ouvem-se sons de música em canto e instrumentos. Cristãos acham-se reunidos nessa casa; mas que é que ouvis? Um cântico, uma frívola canção, própria para o salão de baile. Vede os puros anjos recolhem para si a luz, e os que se acham naquela habitação são envolvidos pelas trevas. Os anjos afastam-se da cena. Têm a tristeza no semblante. Vede como choram! (Mensagens aos jovens, p.295)
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“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
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“Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento...Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
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“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37
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“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36

terça-feira, 5 de dezembro de 2000

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